Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro.
Não há nada pior do que o dinheiro na sociedade humana... Sófocles
Essa história de que o dinheiro não dá felicidade é um boato espalhado pelos ricos para que os pobres não tenham muita inveja deles Jacinto Benavente y Martinez
Concordo com os dois senhores... acho que uma malinha destas me dava um certo jeito...
Não sou muito destas coisas de "ficar com os nervos à flor da pele"... de sentir me como uma bomba relógio em que o tic tac está a soar cada vez mais alto. Não sou de me enervar... Não tenho sequer paciência para me enervar... só gosto de estar no meu mundo, muito próprio é uma verdade, e que não me fod.. o juizo. Mas tem dias que só me apetece gritar bem alto CHEGA! Um dia destes... Hoje só quero mesmo ir para casa...
Red and green was the color of her dress Manipulation Pale blue was the color of her eyes Manipulation
Yellow yellow, was her hair Orange sunburst, red-hot glare Manipulation Manipulation
And you can feel her madness She will call you out Watch out for her dark side And you'll soon figure out She'll straighten you And she's got you, got you
Red and green was the color of the ground Manipulation Pale blue was the color of the steel Manipulation
Yellow yellow was her hair Icy grey, was her glare Manipulation Manipulation
And you can feel her madness See right through her smile Don't you turn your back and You'll soon figure out, so run on She'll straighten you And she's got you, got you
Red and green was the color of the money in her hand Pale blue were the color of the flowers on his casket
Yellow yellow was her hair Icy grey was her glare Manipulation Manipulation
And you see her sadness She will call you out Watch out for her dark side And you'll soon figure out, so run on She'll straighten you And she's got you, got you
Um amanhecer diferente, carregado de cheiros, de sol, de suspiros, de um ar renovado que entrou disfarçado por janelas entreabertas... senti que estava longe, bem longe... deitada algures num relvado sem fim... respirei fundo, bem fundo... o tempo parou....e por fim respirei de alivio...
Escuto o silêncio das palavras. O seu silêncio suspenso dos gestos com que elas desenham cada objecto, cada pessoa, ou as próprias ideias que delas dependem. Por vezes, porém, as palavras são o próprio silêncio. Nascem de uma espera, de um instante de atenção, da súbita fixidez dos olhos amados, como se também houvesse coisas que não precisam de palavras para existir. É o caso deste sentimento que nasce entre um e outro ser, que apenas se adivinha enquanto todos falam, em volta, e que de súbito se confessa, traduzindo em breves palavras a sua silenciosa verdade.